quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Burguesia VS Proletários

        O sistema capitalista triunfou com a Revolução Industrial no século XIX. Esse triunfo fez com que surgissem duas novas classes sociais: a burguesia e o proletariado. A burguesia detinha o poder econômico e participava do poder político. O proletariado era formado por trabalhadores industriais e camponeses, que viviam com um salário muito baixo. Estavam desprotegidos política e economicamente.
  As origens sociais da burguesia
Durante o século XVIII, o poder da burguesia aumentou. Suas atividades econômicas cresceram, assim como a consciência de classe. Os primeiros burgueses estavam vinculados a atividades comerciais e financeiras. Logo apareceram novos empresários e fabricantes, especialmente na indústria de tecidos de algodão. Os burgueses basearam o poder social no sucesso econômico
 Burguesia e Revolução Industrial
Uma das consequências da Revolução Industrial foi o desenvolvimento de uma nova burguesia. Os meios de produção, tais como terras, fábricas e máquinas, pertenciam aos burgueses. A propriedade privada permitia que o burguês ficasse com os benefícios derivados da atividade industrial. Os trabalhadores não passavam de mão-de-obra comprada em troca de um salário. O capital obtido na produção das fábricas era reinvestido para gerar mais lucros, aumentando ainda mais as fortunas pessoais.
 A vida dos operários no século XIX
O horário de trabalho era extremamente longo, em geral mais de 12 horas diárias. A insegurança no trabalho era total, já que o operário podia ser despedido a qualquer momento. Trabalhavam também crianças a partir de 7 anos. Homens, mulheres e crianças desempenhavam seu trabalho em péssimas condições, cabendo às crianças os salários mais baixos.


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Maximilien François Marie Isidore de Robespierre (Arras, 6 de maio de 1758 — Paris, 28 de julho de 1794) foi um advogado e político francês, foi uma das personalidades mais importantes da Revolução Francesa. Os seus amigos chamavam-lhe "O Incorruptível". Principal membro dos Montanha durante a Convenção, ele encarnou a tendência mais radical da Revolução, transformando-se numa das personagens mais controversas deste período. Os seus inimigos chamavam-lhe o “Candeia de Arras”, “Tirano” e “Ditador sanguinário” durante o Terror. Filho de uma família da pequena burguesia, Maximilien Robespierre perdeu sua mãe cedo e foi depois abandonado pelo pai. Viajou a Paris com uma bolsa de estudos e, em 1781, graduou-se em direito. Exerceu a profissão de advogado em sua cidade natal, Arrás, com sucesso. Em abril de 1789 Robespierre tornou-se deputado pelo Terceiro estado da região de Artois. Revelou-se um grande orador. Em abril de 1790, tornou-se membro do Clube dos Jacobinos, a ala mais radical dos revolucionários. A partir daí, adquiriu notoriedade e sua vida passou a estar intimamente associada aos acontecimentos da Revolução Francesa. Em 1791 Robespierre foi um dos principais líderes da insurreição popular do Campo de Marte. Sua fama de defensor do povo lhe valeu o apelido de "Incorruptível". Depois da deposição da família real, em 1792, Robespierre aderiu à Comuna de Paris e tornou-se um dos chefes do governo revolucionário. Combateu então a facção dos girondinos, menos radicais. Robespierre foi um dos que pediram a condenação do rei Luís XVI, guilhotinado em 21 de janeiro de 1793. Em julho do mesmo ano, Robespierre criou um Comitê de Salvação Pública para perseguir os inimigos da revolução. Foi instaurado o regime do "Grande Terror" - o auge da ditadura de Robespierre. Em 1794, Robespierre mandou executar Danton, o revolucionário que propunha um rumo mais moderado para a revolução. Neste mesmo ano, tornou-se Presidente da Convenção Nacional. No dia 27 de julho, numa sessão tumultuada, Robespierre foi ferido e teve que sair da sala às pressas. Foi detido imediatamente por seus inimigos e, um dia depois, guilhotinado.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Lei de Terras de 1850

Durante o século XIX, a economia mundial passou por uma série de transformações pela qual a economia mundialmente conduzida pelo comércio passou a ceder espaço para o capitalismo industrial. Para exemplificar tal situação podemos destacar o interesse inglês em torno do fim do tráfico negreiro.
Com relação ao uso da terra, essas transformações incidiram diretamente nas tradições que antes vinculavam a posse de terras enquanto símbolo de distinção social. O avanço da economia capitalista tinha um caráter cada vez mais mercantil.
No Brasil, os sesmeiros e posseiros realizavam a apropriação de terras aproveitando de brechas legais que não definiam bem o critério de posse das terras. No entanto, somente em 1850, a chamada Lei 601 ou Lei de Terras, de 1850, apresentou novos critérios com relação aos direitos e deveres dos proprietários de terra.
Essa nova lei surgiu em um “momento oportuno”, quando o tráfico negreiro passou a ser proibido em terras brasileiras. A atividade, que representava uma grande fonte de riqueza, onde o potencial produtivo agrícola deveria ser mais bem explorado. Ao mesmo tempo, ela também responde ao projeto de incentivo à imigração que deveria ser financiado com a dinamização da economia agrícola e regularizaria o acesso a terra frente aos novos campesinos assalariados.
Dessa maneira, ex-escravos e estrangeiros teriam que enfrentar enormes restrições para possivelmente galgarem a condição de pequeno e médio proprietário. Com essa nova lei, nenhuma nova sesmaria poderia ser concedida a um proprietário de terras ou seria reconhecida a ocupação por meio da ocupação das terras. As chamadas “terras devolutas”, que não tinham dono e não estavam sobre os cuidados do Estado, poderiam ser obtidas somente por meio da compra junto ao governo.
A partir de então, uma série de documentos forjados começaram a aparecer para garantir e ampliar a posse de terras daqueles que há muito já a possuíam. Dessa maneira, a Lei de Terras transformou a terra em mercadoria no mesmo tempo em que garantiu a posse da mesma aos antigos latifundiários.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

5- Pesquise sobre a biografia de Robespierre e Napoleão, e compare essas duas personalidades no contexto revolucionário francês.

R: Robespierre tinha fama de defender os pobres contra as arbitrariedades da justiça e por sua austeridade e dedicação passa a ser chamado de "o incorruptível". Tornou-se líder do partido jacobino, facção politica radical e representante dos interesses da pequena burguesia.
    Napoleão, uniu-se aos jacobinos, serviu como tenente da recém-criada guarda nacional e transformou-se num dos principais estrategistas do novo sistema de guerra em massa. Ou seja, os dois lutavam do mesmo lado, defendiam ideias iguais, estudavam em Paris e seguiam o mesmo caminho de objetivo.
4- Ao mesmo tempo que o Império Napoleônico consolidou as conquistas burguesas, pôs fim ao processo revolucionário francês. Explique a afirmação.

R: Isso aconteceu pelo motivo do processo revolucionario frances conter todas as pessoas da burguesia e a camada média urbanas. E o império napoleonica muda a forma de governo e amplia a consquista burgues, ou seja, este império ajudou muito os revolucionários.

sábado, 10 de agosto de 2013

3- A Revolução Francesa constituiu-se de varias revoluções em seu interior, desde uma revolta aristocrática, popular, burguesa e camponesa. Explique esse fator, do ponto de vista da complexidade do processo revolucionário de luta de classes, em curso na França do séculos XVIII.

R: A revolta Aristocrática ocorreu por causa da nobreza e do clero que revoltaram-se em 1787 e convenceram o Rei Luís XVI a convocar a Assembleia dos Estados Gerais. O objetivo era obrigar o terceiro estado a assumir os estatutos que a nobreza e o clero não queriam pagar. A revolução burguesa era a alta burguesia industrial em ascensão social, tinha uma postura antibsolutista mas defendeu muitas vezes a monarquia parlamentar como uma forma menos radical de governo. Podemos ver que a Revolução Francesa marca a transição do feudalismo para o capitalismo. Vários grupos sociais participavam desse movimento. Ao final do processo revolucionário, a nobreza havia caído e a burguesia no poder.
2- A crise do Antigo Regime e do antigo sistema colonial foram as causas estruturais da Revolução Francesa. Explique essa afirmação.

R: O Antigo Regime foi uma das causas que ocorreu a Revolução Francesa. No Antigo Regime, estava acontecendo gradualmente um momento de crise das relações de produção de baseados no capitalismo mercantil, para relações de produção de base industrial e assalariada, processo de industrialização liderada pela Inglaterra constitucional de 1689, atingiu grande estabilidade politica.