Somos um grupo criado como forma de um novo método de ensino de história com postagens relacionadas a nosso aprendizado em sala de aula. Somos do segundo ano do ensino médio da escola SESI - 337, Pederneiras.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
A Revolução Puritana
A crise forçou o rei a convocar o Parlamento em 1640. Este destituiu a Câmara estrelada, despojou o rei de sua autoridade e aprovou uma lei que tornava obrigatória a sua convocação a cada três anos, independentemente de determinação do monarca. No ano seguinte, uma revolta na Irlanda católica foi o estopim da Revolução Inglesa.
O Parlamento se recusou a entregar o comando do exército destinado à reconquista da Irlanda a Carlos 1º. Este não se conformou em perder o comando das forças armadas: com um grupo de apoiadores, invadiu o Parlamento e tentou prender os líderes da oposição. Não conseguiu. Foi forçado a se retirar de Londres e refugiou-se em Oxford, onde reuniu um exército de 20 mil homens, formado por uma parte da burguesia financeira, que temia qualquer desordem, e por aristocratas que ainda usufruíam dos benefícios feudais.
terça-feira, 7 de maio de 2013
O rei versus o Parlamento
Foram constantes o confronto entre o rei e o Parlamento, em especial no que se refere aos impostos criados pela Coroa, havendo ainda questões sob a forma de ocupação da Irlanda e as perseguições religiosas. Destas últimas resultou o início da emigração para a América do Norte.
Em 1625, Jaime 1º foi sucedido por seu filho Carlos 1º que, com a Inglaterra envolvida em guerras externas, viu-se forçado a convocar um Parlamento que já lhe era de antemão hostil. Este, em troca de seu apoio, exigiu o controle da política financeira, o comando do exército, bem como a regularidade na convocação do Parlamento.
Em retaliação, o rei dissolveu o Parlamento e passou a governar com o apoio da Câmara Estrelada (tribunal formado por nobres de sua confiança). Além disso, reprimiu os dissidentes - em especial religiosos - o que aumentou a emigração para a América. Para submeter a todos, promovendo uma união religiosa, procurou impor o anglicanismo também à Escócia. Os escoceses se rebelaram e invadiram o norte da Inglaterra.
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Revolução Inglesa
No século XVII, a Inglaterra viveu um período de transformações sociais e políticas conhecido por Revolução Inglesa. Nos reinados do século anterior, de Henrique 8º e Elizabeth 1ª, o território foi unificado, a nobreza foi colocada sob controle, a ingerência da Igreja católica fora afastada pela criação da Igreja anglicana. Desse modo, os britânicos já disputavam com os espanhóis os domínios coloniais na América Central e Caribe.
No entanto, Elizabeth 1ª, da dinastia Tudor, não deixou descendentes e subiu ao trono, em 1603, Jaime 1º, da dinastia escocesa Stuart, unindo as coroas da Inglaterra, da Irlanda e da Escócia. O rei, entretanto, pretendia governar sem o Parlamento, a quem cabia o poder de direito, de acordo com a Carta Magna de 1215. No entanto, o rei podia convocá-lo somente quando julgasse necessário e, assim, exercia o poder de fato.
Sua justificativa para exercer o poder absoluto baseava-se na teoria da origem divina do poder real (absolutismo). Nesse sentido, Jaime 1º ressalta os aspectos católicos do anglicanismo que corroboram essa teoria. Quanto ao Parlamento, que reunia a burguesia urbana e os produtores rurais progressistas - setores de crescente importância econômica ignorados pela Coroa -, aderiu em sua maioria ao puritanismo, uma seita calvinista (protestante).

domingo, 5 de maio de 2013
Manuel
Beckman um dos líderes da revolta.
A escravidão indígena, questão fundamental na Revolta de Beckman.
A escravidão indígena, questão fundamental na Revolta de Beckman.
A
Revolta de Beckman foi por
uma grande insatisfação dos comerciantes, proprietários rurais e população em
geral com a Companhia de Comércio do Maranhão, instituída pela coroa
portuguesa em 1682.
Os
comerciantes reclamavam do monopólio da Companhia. Os proprietários
rurais contestavam os preços pelos quais a Companhia pagava por seus produtos.
A
grande parte da população maranhense estava insatisfeita com a baixa
qualidade e altos preços cobrados pelos produtos manufaturados comercializados
pela Companhia na região. Outros produtos como trigo, bacalhau e vinho chegavam
à região em quantidade insuficiente, demoravam para chegar e ainda vinham em péssimas
condições para o consumo.
Havia
também o problema de falta de mão-de-obra escrava na região. Os escravos
fornecidos pela Companhia eram insuficientes para as necessidades dos
proprietários rurais. Uma solução seria a escravização de indígenas, porém os
jesuítas eram contrários.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Revolta dos Malês
Escravos muçulmanos na cidade de Salvador
A Revolta dos Malês foi um movimento que ocorreu na cidade de Salvador em 1835. Os principais personagens desta revolta foram os negros islâmicos que exerciam atividades livres, conhecidos como negros de ganho (alfaiates, pequenos comerciantes, artesãos e carpinteiros). Apesar de livres, sofriam muita discriminação por serem negros e seguidores do islamismo. Os revoltosos, estavam muito insatisfeitos com a escravidão africana, a imposição do catolicismo e com o preconceito contra os negros. Portanto, tinham como objetivo principal à libertação dos escravos. Queriam também acabar com o catolicismo, o confisco dos bens dos brancos e mulatos e a implantação de uma república islâmica.
terça-feira, 30 de abril de 2013
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